Sheep Esports - Head Global de Música da Riot Games fala sobre a arte de criar o momento musical mais marcante dos games: “Nós somos a Taylor Swift dos jogos”
13.10.25 - 14:0013.10.2025 - 14:00·10m10 minutos de leitura·
Por Cecilia Ciocchetti
Head Global de Música da Riot Games fala sobre a arte de criar o momento musical mais marcante dos games: “Nós somos a Taylor Swift dos jogos”
A diretora global de música da Riot Games, Maria Egan, compartilhou um pouco sobre os bastidores da criação do hino do Worlds
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Faker no hino do LOL Worlds 2025. Imagem de Riot Games
“Nosso núcleo de fãs é tão grande, com milhares e milhares de milhões de pessoas que, se acertamentos com precisão esse núcleo, será um grande sucesso, porque temos uma grande base. Então, somos as estrelas do show."
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A abordagem da Riot Games para a música tem redefinido como entretenimento e esports se misturam. Em uma conversa com a Sheep Esports, Maria Egan, a Head Global de Música da companhia, explora o crescimento do peso cultural do hino anual do Worlds e a filosofia criativa por trás disso.
Com “Sacrifice” sendo publicada apenas um dia antes do início do League of Legends World Championship, Egan reflete sobre como essas músicas evoluíram de apenas um tema competitivo para um momento cultural mundial que conecta jogos e música além dos muros da comunidade do LOL.
Como você enxerga a posição da Riot Games como uma empresa na indústria de entretenimento em geral?
Maria Egan: “Bom, eu sou enviesada, mas eu acho que é uma posição bem interessante. Nós temos duas das melhores PIs do mundo. O universo do League of Legends é extraordinário — é como uma caixa de Pandora cheia de curvas, personagens e mundos. Você pode ir bem profundamente em apenas um personagem, como a Jinx, e ainda terão outros 160 que você ainda nem explorou. É um PI incrível e multigeracional, que pode durar eternamente, porque é muito profundo e bem feito.
Quanto mais nós lançávamos vídeos para o VALORANT, mais a história e profundidade ganhavam forma — como com Ego. Você pode ver quantas pessoas querem mais disso. Eu já vi fãs usarem ferramentas de IA para fazer clipes de VALORANT live-action e penso, “Meu deus, isso vai ser incrível”, quando começarmos a contar histórias do nosso PI em novas maneiras.
Então, sim, eu acho que temos dois dos melhores PIs do mundo — não apenas nos jogos, mas no entretenimento em geral. Eles são cheios de histórias incríveis esperando para serem contadas, e nós nos importamos muito com fazer as coisas bem. Essa é a chave para o sucesso de longo prazo. Não existe uma “mentalidade lucrativa”. Claro, nós estamos em um mercado, mas nas reuniões criativas ninguém diz, “O que nos fará ganhar mais dinheiro?” ou “Qual música será o maior hit?”. Nós somos gerentes de negócios responsáveis, claro, mas isso nunca é a razão por trás das nossas escolhas criativas. A crença é de que se fizermos a coisa certa — se fizemos os jogadores se apaixonarem profundamente por esses mundos e personagens — então a economia e engajamento virão naturalmente. Essa é a recompensa pelo aproveitamento da criatividade genuína.
É quase como uma missão espiritual, e sei que isso parece brega, mas é verdade — desde o topo da companhia. Até mesmo nosso CFO, cujo trabalho é fiscalizar o dinheiro, estava me dando um cumprimento por conta da música que fizemos. Então estou certa de que não faz tanta diferença para a vida financeira da Riot, mas ele estava feliz por isso. Todo mundo está feliz com a arte, a paixão e as emoções que o nosso trabalho gera - através dos vídeos, música, eventos ao vivo e esports. Nós estamos até mesmo começando a criar eventos de música não ligados a competição, e eles são incrivelmente poderosos.
Quando você vê milhares de pessoas cantando Die for You do VALORANT juntas, apenas celebrando, com o jogo sendo o centro desse prazer, um momento de euforia em suas vidas — é muito, muito divertido.
Como você define o valor de entretenimento do hino do Worlds hoje, além do seu valor para a competição?
Maria Egan: O hino é sempre muito bem conectado com a história que estamos tentando contar no vídeo e, obviamente, a jornada que os pros tiveram no ano. O título é “Sacrifice”, e você vê que o tema é realmente sobre esse tipo de dificuldade e o que se deve entregar para ser o melhor. E isso, obviamente, em qualquer esporte, mas particularmente com nossos pros, o sentimento de sacrificar sua vida normal. Você sacrifica relacionamentos para chegar ao topo. Então estamos apenas honrando esse compromisso. É uma memória, um receptáculo.
As pessoas realmente lembram de alguns momentos do esport por conta desses hinos. Os fãs coreanos se apaixonaram pelo momento “New Jeans” e a música se estabeleceu no tempo. E existem o benefício de que a música conseguiu furar a bolha da cultura pop. Quando trabalhamos com artistas como Linkin Park ou G.E.M, que são super estrelas em suas maneiras, isso chama muita atenção e relembra que o Worlds está acontecendo, que o Worlds está aqui. Então isso tem alguns impactos. É como se a música fosse particularmente poderosa de sua própria forma.
Como você abordou a G.E.M. e trabalhou com ela?
Maria Egan: Ela havia conversado com nossa equipe. Bob, que faz parte da minha equipe, trabalhou diretamente com ela e com a Iris, que está em nosso escritório na China, e administrou o relacionamento entre eles. Por muito tempo houve discussões sobre o que seria melhor para ela. Ela é uma superestrela, então tivemos que encontrar o maior palco possível. O Worlds na China foi o maior palco possível que temos, ela foi incrível durante todo o processo de gravação e acho que está tão animada com a colaboração que veremos algumas coisas realmente especiais no palco, pois ela estava ansiosa para fazer suas criações.
Então, tem sido ótimo e acho que estávamos muito focados em encontrar um artista que realmente tivesse essa profunda ressonância para nossos jogadores da China, da mesma forma que o Linkin Park teve para os jogadores americanos e europeus. Então, acho que esse é apenas um padrão que estabelecemos nos últimos anos, de pensar profundamente sobre o país de origem. Fizemos isso com o New Jeans na Coreia, e até mesmo antes com o K/DA no mesmo país. E então, quando escolhemos um local que ajuda a fundamentar nossa seleção de artistas, pensamos: “Ok, o que emocionaria essas dezenas de milhares de pessoas no estádio? O que emocionaria todas essas crianças assistindo em casa?”.
Também, apresentamos a G.E.M., que mesmo sendo uma superestrela em certas partes do mundo, não é tão conhecida em outras. Apresentamos sendo uma artista incrível, a partes do mundo onde talvez ela ainda não tenha passado muito tempo.
O que você aprendeu com hinos passados?
Maria Egan: Cada ano é diferente. A oportunidade com o Linkin Park foi única por causa da conexão com Arcane, e experimentamos incluir a banda no vídeo porque fazia sentido, dada a conexão deles com o esporte e com nosso ecossistema há muito tempo. Além do amor de Mike [Shinoda] pelas animações e seu relacionamento que já tínhamos com Arcane. Então, fizemos algo que nunca tínhamos feito antes, que foi colocar o artista no vídeo, o que foi totalmente a coisa certa a se fazer. E acho que fizemos um clipe incrível. Ganhamos prêmios por esse clipe.
Mas acho que este ano o foco foi mais voltar a concentrar-nos nas histórias dos atletas, nas histórias dos jogadores profissionais, e realmente concentrar-nos nessas narrativas, de um esporte tão épico. Particularmente quando você está na China, particularmente quando você está na Ásia, essas batalhas são tão importantes que realmente queríamos centrar as jornadas dos jogadores profissionais no vídeo e na música.
É um tipo de música muito diferente. No ano passado, foi uma música de metal rock muito animada e, este ano, um tipo de música muito diferente. E é um tipo de vídeo também muito diferente — épico. Então, a G.E.M. foi perfeita porque precisávamos de alguém que pudesse entregar um vocal muito forte, quase como um retorno à qualidade cinematográfica de Legends Never Die e músicas como essa. Portanto, não era uma questão de aprendizado, era apenas o que estamos tentando evitar para não fazer a mesma coisa repetidamente. Às vezes, os jogadores têm expectativas que você quer atender e, às vezes, você quer levar as pessoas a um lugar novo e mostrar-lhes algo que elas não esperavam.
Acho que, quando temos um ritmo anual como este, fazer uma ótima música todos os anos é uma tarefa criativa difícil de realizar. Alguns anos você se sai melhor do que outros e, às vezes, artistas como o Linkin Park tinham uma música perfeita naquele momento que funcionou para nós.
Não se trata tanto de aprendizado, é mais sobre realmente viver o momento e não ser reativo. Tentamos não ser do tipo: “Oh, vamos apenas mudar e fazer o oposto das coisas que funcionaram ou não funcionaram”. É mais sobre o que é certo para este momento, para esta história, para este conjunto de histórias que queremos contar para este lugar onde estamos realizando o evento neste momento, o que está acontecendo no mundo, e vamos apenas entregar o melhor show possível e a melhor música possível para nossos jogadores neste momento.
Andres [Cerro] disse que não existe quase nenhum retorno de investimento sobre o hino do Worlds e que o Worlds não é criado para isso, mas como um momento celebratório para os fãs. Você pode adicionar algo a isso?
Maria Egan: Se ele refere que, nos meios financeiros, não estamos fazendo isso para ganhar dinheiro, então ele está totalmente certo. Quero dizer, somos uma empresa de jogos. Os jogos são o nosso negócio e são o motor do nosso negócio. A música é um presente em muitos aspectos para os nossos fãs. Às vezes, podemos ganhar dinheiro se tivermos uma música de sucesso, obviamente temos um negócio musical. Mas nunca tomamos decisões com base no dinheiro que podemos ganhar e no pensamento “Vamos contratar as maiores estrelas para ganhar muito dinheiro”.
Muitas vezes, quando você contrata as maiores estrelas... como no caso do Linkin Park, licenciamos essa música, então não há valor financeiro para nós em escolher essa música. E acho que essa é a maneira certa de tomar essas decisões. Como eu disse, trata-se apenas de tomar a decisão certa para os jogadores naquele momento. E se isso significa licenciar uma música de uma superestrela ou colocar um novo artista em algo... Ou, no caso do New Jeans, quando realmente os selecionamos, eles ainda não tinham realmente se destacado, mas sabíamos que estavam em uma jornada empolgante. Quando o Worlds chegou, oito, nove meses depois de termos tomado a decisão, parecia que os estávamos escolhendo no auge, mas os escolhemos como um artista novo e em ascensão.
Então, como eu disse, ele está certo. Acho que há um retorno sobre o investimento que não é financeiro. Há um enorme retorno sobre o investimento em termos de amor e envolvimento dos jogadores e o tipo de aura que vem de fazer música boa, porque é difícil fazer, e somos um dos melhores nisso na indústria de jogos. Temos muito respeito da comunidade de jogadores pela qualidade da nossa música. Mas não tomamos essas decisões por dinheiro. O dinheiro é uma espécie de resultado positivo se fizermos um ótimo trabalho e certas estrelas se alinharem, mas é absolutamente 100% correto. Nunca é um fator na forma como tomamos decisões sobre o que fazer.
Ano passado você disse que cresce o número de artistas que se aproximam da Riot, ao invés do contrário, como era anos atrás. Como isso ocorreu esse ano?
Maria Egan: Este ano foi muito através da G.E.M. já ter manifestado interesse em trabalhar conosco há muito tempo. Bob e minha equipe mantiveram contato com seu empresário para tentar encontrar a oportunidade certa. Anyma também queria trabalhar conosco em Arcane. Estávamos tentando encontrar um momento para ele em Arcane, e esse era o projeto em que ele estava trabalhando com Alex Seaver — compositor de Sacrifice — nos inspirando a pensar: “OK, ele pode fazer algo mais cinematográfico. Vamos tentar encontrar uma maneira de incorporá-lo ao Worlds deste ano”.
Então, sim, acho que, à medida que elevamos o palco com artistas cada vez maiores, isso obviamente abre as portas para outros artistas olharem e dizerem: “Ok, bem, tem algo acontecendo aí”, e isso obviamente teve um efeito muito positivo para os artistas que vieram antes de mim. Quero dizer, esse sempre foi o nosso objetivo.
Anos atrás, brincávamos sobre como chegaríamos a esse ponto em que estar no palco mundial seria uma honra para um artista. O Worlds não é um show de marca em que você só precisa assinar o maior cheque, mas é, na verdade, uma colaboração em que eles querem estar no nosso palco tanto quanto nós queremos que eles estejam. Então, sinto que chegamos a esse ponto e já temos muitas conversas realmente interessantes acontecendo para o próximo ano com artistas que bateram à nossa porta. E, novamente, vamos tomar a melhor decisão para aquele ano no momento em que tivermos uma visão clara das histórias que queremos contar.
Qual foi o maior desafio para você e a equipe para fazer com que a música fosse boa na plataforma online e no estádio?
Maria Egan: Às vezes, há muito debate sobre se a música serve ao vídeo, porque o vídeo é a primeira coisa que os jogadores veem (e é muitas vezes aí que as impressões são formadas) ou se nós gostamos dela muito antes de vermos a performance original? Mas é na performance original que ela realmente ganha vida.
Um bom exemplo disso foi o show do VALORANT Champions, onde Quing Madi cantou a música Ego para nós, e as pessoas obviamente adoraram o vídeo. Mas mesmo eu, que adoro a música e o vídeo, quando ela a cantou no Champs deste ano, fiquei impressionado. E foi realmente diferente, porque ela é uma artista ao vivo incrivelmente boa.
E então, no ano passado, Linkin Park tocou com banda completa, cantando ao vivo no palco, com muitas coreografias, e há o apoio da produção, pois não é apenas um grupo ou músicos ao vivo tocando, é ter uma banda completa ao vivo tocando, trazendo uma energia totalmente diferente. Então, pensamos sobre este ano e ficamos tipo: “Ok, o que aprendemos com o ano passado? Que magia extra podemos obter, especialmente na sala ou na transmissão?” A propósito, é bom online, mas na sala é muito diferente quando um artista está se apresentando ao vivo.
Então, conversamos muito sobre encontrar um artista que pudesse interpretar a música. Tínhamos a música antes de escolher G.E.M., que poderia interpretá-la ao vivo e tinha esse tipo de voz. Então, isso está se tornando mais parte do nosso processo de pensamento, mas é uma pergunta muito boa.
Quero dizer, estou curioso para saber o que você, que acompanhou isso de perto e está pensando sobre isso, o que você acha? É sobre o vídeo? É sobre a música? É sobre o show? O que você acha?
Para mim, as músicas podem soar de maneiras diferentes dependendo do contexto. Algumas, como The Call, na cerimonia de abertura de São Francisco, em 2022, são impactantes, mais ainda mais ao vivo, enquanto outras, como Star Walkin’, funcionam melhor digitalmente e não se traduzem sempre presencialmente. Sacrifice também constrói uma ponte com clímax, fazendo ela parecer épica e perfeita para uma performance em cerimônia de abertura…
Maria Egan: É uma boa observação, porque às vezes você faz as coisas de maneira diferente se quer criar algo que vai viralizar na internet ou no TikTok, e houve momentos em que conversamos sobre: “Bem, qual é o objetivo?”. O objetivo é servir ao vídeo e criar a melhor e mais perfeita música para ele? O objetivo é ter aquele grande momento emocionante nas redes sociais na China, em que todos estão falando sobre isso? O objetivo é ter uma composição original e uma performance incríveis?
Acho que este ano realmente exageramos nessa performance épica e tornamos o show um dos mais espetaculares de todos os tempos, porque estamos na China e a China adora espetáculos. [...] Estamos cientes de que temos diferentes artistas fazendo coisas diferentes para nós, para públicos diferentes, e precisamos apenas nos tornar mais conscientes de onde essas escolhas estão repercutindo mais. Mas sim, acho que este ano eu entrei pensando: “Ok, não vai ser sobre ter a música nas paradas em todo o mundo”, da maneira que era o foco do Linkin Park, porque eles estavam voltando com um grande álbum e estavam trabalhando no rádio e fazendo todas essas coisas.
Para mim, este ano, o importante é entregar uma cerimônia de abertura incrível. Acho que, à medida que os jogadores começam a perceber que o hino para nós tem funções diferentes dependendo do ano e dos artistas com quem estamos trabalhando, eles vão embarcar nessa jornada conosco e pensar: “Star Walkin’ foi a música certa para aquele ano, GODS foi a música certa para aquele ano e Sacrifice será a música certa para este ano”.
Então, pela perspectiva da Riot, como você trabalha para juntar todas essas referências e projetos da indústria?
Maria Egan: Nem sempre podemos planejar isso. Eu sempre chamo isso de efeito “Perfure o Céu”, quando você ultrapassa as nuvens e eles podem te ver do espaço. Somos nosso próprio pequeno planeta, com os jogadores da League e a comunidade de League, e a comunidade VAL, somos um pequeno planeta. E se você enviar algo para cima, às vezes apenas as pessoas no planeta veem e você fica tipo: “Oh, isso é realmente incrível!”. E, às vezes, você faz algo e vai tão longe que todos em todos os outros planetas veem. Eu uso muito essa referência sobre o quanto as coisas viajam, mas nem sempre podemos prever isso.
Ninguém previu que a música do Stromae seria o grande sucesso da segunda temporada de Arcane. Estávamos focados e fizemos um vídeo para o Twenty One Pilots. Stromae é mais conhecido na França, mas a música tocou a todos. É emocionante quando você é pego de surpresa. [...]
Eu disse isso no caso da música, mas nossa base de fãs principal, além de você pensar nos jogadores atuais, tem também jogadores que talvez tenham jogado no passado, não estão jogando agora, mas estão prestando atenção no que estamos fazendo. E talvez os fãs de jogos que amam nossa música ou nossa PI, mas não necessariamente jogam nossos jogos. Nossa base de fãs é tão grande, centenas e centenas de milhões de pessoas, que se acertarmos com essa base, será um sucesso, porque temos uma base muito grande. Então, somos superestrelas. Somos a Taylor Swift dos jogos.
Se fizermos algo que nossos fãs amam, será um grande sucesso. Nem todos os fãs sempre amam tudo, mas sempre temos uma visão de “Ok, isso é realmente para nossos jogadores da China este ano” ou “Isso é realmente para nossos fãs da América do Norte este ano”. E tentamos ser muito específicos sobre quem estamos tentando atender.
Quando algo conecta com todo mundo... um bom exemplo disso foi o K/DA. Foi realmente projetado para um momento coreano, mas conectou com todo mundo em todos os lugares, no Brasil e na Europa. E acho que isso significa apenas que você fez um ótimo trabalho ao criar algo de alta qualidade, porque as pessoas reconhecem qualidade e arte.
Há muita coisa acontecendo o tempo todo, mas, no nosso melhor, criamos ótimas obras de arte em animação, música ou eventos ao vivo, ou tentamos criar coisas que definam gêneros, e quando fazemos isso direito e trabalhamos com talentos de nível mundial, as pessoas conseguem sentir isso."
Freelance writer exploring the gaming, esports, and entertainment industries. Growing up playing games and discovering new music shaped my curiosity for the stories behind them. Today, I turn that cur...